O São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional encerrou o ano de 2025 com resultados expressivos, reforçando sua posição como principal hub da aviação executiva no Brasil. De acordo com dados da prévia operacional do período, o aeroporto registrou um aumento de 55,9% no número total de movimentos em comparação com 2024, além de um crescimento de 37,6% no volume de combustível abastecido.
Um dos destaques do desempenho foi o avanço das operações com aeronaves avulsas, aquelas que não possuem base fixa no aeroporto. Esse segmento apresentou uma expansão de 60,7% ao longo do ano e passou a responder por 63,5% de todo o movimento registrado, evidenciando a consolidação do São Paulo Catarina como o principal ponto de entrada da aviação executiva no país, especialmente para operações ocasionais e internacionais.
Liderança operacional no Estado de São Paulo
Em dezembro de 2025, o aeroporto alcançou um marco adicional ao assumir também a liderança em movimentos domésticos, somando-se à posição já estabelecida nas operações internacionais. Com isso, o São Paulo Catarina passou a ocupar o topo entre os aeroportos executivos do Estado de São Paulo, tanto em volume de tráfego quanto em nível de complexidade operacional.
Infraestrutura robusta e plano de expansão
A infraestrutura disponível tem sido um dos pilares desse crescimento. O aeroporto conta com uma pista de 2.470 metros, a mais extensa entre os aeroportos dedicados à aviação executiva no Brasil, além de cerca de 80 mil metros quadrados de pátios e 50 mil metros quadrados de hangares.
Todo o complexo está inserido em um master plan de longo prazo, que permite uma expansão estruturada e sustentável. Segundo o planejamento, o aeroporto possui capacidade para mais do que quadruplicar a área construída atual, acompanhando o crescimento da demanda ao longo dos próximos anos.
Base crescente de aeronaves e manutenção especializada
Como primeiro aeroporto internacional brasileiro projetado exclusivamente para a aviação executiva, o São Paulo Catarina abriga atualmente mais de 170 aeronaves baseadas em seus hangares. Ao todo, o complexo conta com 16 hangares, dos quais quatro operam como MROs (centros de manutenção, reparo e revisão), ligados a alguns dos principais fabricantes de aeronaves do mercado.
Esse avanço se reflete na sexta fase de expansão, atualmente em andamento, que prevê a construção de três novos hangares e a ampliação de aproximadamente 15 mil metros quadrados de pátio. A primeira etapa das obras tem previsão de conclusão no primeiro semestre deste ano, ampliando ainda mais a capacidade operacional do aeroporto.
foto/// ariadne barroso






